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Filmes sobre arte e o mundo criativo

A seguir filmes especialmente escolhidos para você que ama o mundo artístico e criativo

Hoje vamos apresentar alguns filmes para quem ama arte e criatividade. A ideia de arte é algo difícil de ser explicada por palavras. É um mundo criado para expressar os sentimentos do artista, sua visão de mundo, uma realidade, seja ela concreta ou alternativa, que exista apenas na mente do artista, dentre outras inúmeras possibilidades.

Essencialmente, o conceito pode ser aplicado a criações da própria natureza, animais e o próprio ser humano usa seu corpo como uma ferramenta de manifestação da arte, seja para demonstrar descontentamento, refletir sobre algo, etc. Enfim, é muito mais fácil apenas apreciar as infinitas obras que surgem ao longo do caminho. Pensando em como aguçar a criatividade, preparei essa lista de obras conceituadas e aclamadas sobre criatividade e o mundo artístico.

Filme 1 – The Creative Brain

É um filme lançado em 2019 pela Netflix, contando com o neurocientista e autor de best-sellers, David Eagleman, que apresenta profissionais talentosos de todo o espectro criativo, desvendando o processo de criação de arte, também incentivando a criatividade e mostrando muitas maneiras de desenvolver esse lado. Há entrevistas de diversos profissionais de várias habilidades, como atores, escritores, músicos e professores, para explorar a capacidade criativa de cada um e suas perspectivas sobre a criatividade, mostrando o lado pessoal, e vários meios de ser criativo.

 

O diretor David Eagleman é o escritor e apresentador da série de televisão da PBS, indicada ao EmmyThe Brain. Ele também é professor adjunto da Stanford University, universidade de pesquisa particular, uma das instituições mais prestigiadas do mundo, com maior seletividade de graduação, membro do Guggenheim e diretor do Center for Science and Law. Ele já escreveu para o New York Times, Discover Magazina, The Atlantic, Slate, Wired e diversos outros, e regularmente aparece na National Public Radio e na BBC.

 

Filme 2 – Com Amor, Van Gogh

Um ano após o suicídio de Vincent Van Gogh, 1981, Armand Roulin (Douglas Booth) encontra uma carta que ele enviou ao irmão, Theo, que nunca chegou ao seu destino. Após conversar com o pai, carteiro que era amigo de Van Gogh, Armand é encorajado a entregar a correspondência.

 

Portanto, ele parte para a cidade francesa de Arles com esperança de encontrar algum contato com a família do pintor falecido. Lá, inicia uma jornada para investigar junto às pessoas que conheciam Van Gogh, no intuito de descobrir se ele realmente se matou. (AdoroCinema).

A dupla de diretores Dorota Kobiela e Hugh Welchman, contam, a história por detrás da morte do pintor em 1980, criando assim um ambiente verídico. Enquanto as filmagens aconteciam, foram convidados e escolhidos diversos artistas plásticos que deram vida aos quadros de Vang Gogh, e conseguiram recriar cada um dos frames do filme.

Dorota Kobiela, após cursar a universidade de Belas Artes de Varsóvia, trabalhou com animação e pintura e, nos anos seguintes, realizou várias curtas-metragens, foi indicada ao Oscar de melhor filme de animação na edição de 2018 pela realização da obra Loving Vincent. Hugh Welchman começou a sua carreira como produtor do Monty Python. Em 2007, ganhou um Óscar pela curta-metragem de animação Pedro e o Lobo, que produziu. (Antena 2).

 

Filme 3 – Frida

Estreado por Salma Hayek, Antonio Banderas e Alfred Molina, “Frida” narra a vida de Frida Kahlo que compartilhou aberta e firmemente com Diego Rivera, enquanto o jovem casal conquistava o mundo da arte. De seu relacionamento complexo e duradouro com seu mentor e marido a seu caso ilícito e polêmico com Leon Trotsky, a seus envolvimentos provocantes e românticos com mulheres, Frida Kahlo viveu uma vida ousada e firme como uma revolucionária política, artística e sexual.

Dirigido por Julie Taymor, teve seu roteiro baseado no livro biográfico de Frida Kahlo, de Hayden Herrera. O filme ganhou prêmios absolutamente merecidos, foi indicado ao óscar de melhor atriz para Salma Hayek, melhor direção de arte, melhor figurino, melhor canção para Burn It Blue, e ganhou nas categorias de maquiagem e trilha sonora. Também indicado ao Globo de Ouro na categoria de melhor atriz para Salma e venceu na categoria de melhor trilha sonora. (Minha Visão do Cinema).

A diretora de teatro e cinema americana, dramaturga e figurinista Julie Taymor, (nascida em 15 de dezembro de 1952, Newton , Massachussets, EUA), conhecida por seu uso criativo de máscaras e fantoches de inspiração asiática. Em 1998, ela se tornou a primeira mulher a ganhar um prêmio Tony de melhor diretor de um musical, por sua produção de Broadway de O Rei Leão, derivado do filme de animação da Disney de mesmo nome. (Delphipages).

Filme 4 – O Sal da Terra

Nos últimos 40 anos, o fotógrafo Sebastião Salgado tem viajado através dos continentes, aos passos de uma humanidade sempre em mutação. Ele testemunhou alguns dos principais eventos da nossa história recente: conflitos internacionais, a fome e o êxodo. Ele embarca na descoberta de territórios imaculados, da flora e da fauna selvagem e de paisagens grandiosas como parte de um enorme projeto fotográfico. Uma homenagem à beleza do planeta. Vida e obra de Sebastião Salgado foram reveladas por seu filho, Juliano, e pelo renomado diretor Wim Wenders.

Filme indicado ao oscar em 2015 como melhor documentário, vencedor do prêmio especial na mostra Un Certain Regard no Festival de Cannes em 2014. Venceu também um prêmio de melhor filme eleito pelo público no Festival de San Sebastian, também em 2014.

Juliano Salgado (Paris, 1974) é um cineasta, escritor e produtor de cinema brasileiro, filho do fotógrafo Sebastião Salgado e da arquiteta Lélia Deluiz Wanick-Salgado. Indicado ao oscar de melhor documentário de longa-metragem na edição de 2015 pela realização da obra O Sal da Terra. (Wikipédia).

O diretor Wim Wenders foi um dos primeiros cineastas da sua geração a tentar a sorte nos EUA. Ele se destaca no Novo Cinema Alemão. Ernst Wilhelm Wenders fez sucesso com filmes como Hammett, As Asas do Desejo e Paris, Texas. Seu documentário “Pina”, sobre a bailarina alemã Pina Bausch, recebeu três nomeações. O Sal da Terra, documentário franco-ítalo-brasileiro sobre o fotógrafo Sebastião Salgado foi indicado ao Oscar de melhor documentário. (DW).

Filme 5 – Cidade Cinza

Nas ruas de uma das maiores e mais desorganizadas metrópoles do mundo nasceu uma nova forma de grafite, onde o hip hop americano foi substituído pela cultura regional brasileira. Rapidamente, as obras d’Osgemeos, Nunca e Nina se espalharam pelas ruas de São Paulo e depois pelas galerias do mundo. No entanto, uma nova lei de combate à poluição visual fez a prefeitura de São Paulo cobrir suas pinturas de cinza.

Em 2008 a prefeitura de São Paulo iniciou uma política de limpeza urbana, em que os muros da cidade seriam cobertos com a cor cinza para apagar as intervenções neles realizadas. Artistas como OsGemeos, Nunca e Nina, que tiveram importantes obras destruídas pela iniciativa, se juntam para repintar um muro de 700 metros. (AdoroCinema).

O diretor e produtor Guilherme Valiengo, em 2005 começou seu trabalho como Produtor de filmes publicitários e curta-metragens. Em 2013 lançou seu primeiro longa-metragem como diretor, Cidade Cinza, documentário sobre o grafite paulistano, juntamente do diretor e produtor Marcelo Mesquita, sócio da ATR films, e de Mariana Youssef e Giuseppe Siffredi.

O longa-metragem “Cidade Cinza”, lançado em 2013 pela 02Play e teve enorme repercussão, selecionado em mais de 60 festivais pelo mundo, entre eles: É Tudo Verdade, Varsóvia Film Festival, Zurick Film Festival e NYDocs. O longa posteriormente passou pelo catálogo da HBO, Netflix e mais recentemente Amazon. Desde 2015, paralela à carreira de entretenimento, dirige filmes publicitários, com passagem pela Barry Company e atualmente na ParanoidBR. (Linkedin).

Espero que os filmes aqui listados sirvam de inspiração para quem busca conhecer um pouco mais sobre arte e o processo criativo.

Leia também: 3# Filmes que todo designer deveria ver – Urbanized

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